O ego equilibrado é um aliado de sucesso!

A tarefa mais exigente da existência humana é compreender a própria mente. Tudo o que acontece à nossa volta acontece de forma paralela na nossa mente, nomeadamente a nossa imaginação própria.

O nosso ego procura viver numa zona de conforto, não deseja lidar com dores, stress, ansiedade ou depressão. O “eu” que tanto ouve a voz interna, sedenta de autossatisfação, como escuta a autocensura e autocrítica, de forma a equilibrar as duas partes.

O ego tenta mediar um conflito dentro da mente de cada pessoa, quando existem necessidades para satisfazer desejos impulsivos e exagerados, e tem ao mesmo tempo que medir os custos e benefícios dessas ações. O ego só consegue permitir um determinado comportamento, no momento e local apropriado, evitando situações constrangedoras e inadequadas. 

Claro que existem também mecanismos de defesa do próprio ego. Estes consistem em evitar aceder ao inconsciente, de forma a minimizar a dor da tomada de consciência de diversos problemas e sintomas que estarão por identificar e solucionar. O princípio da realidade em que vivemos, e que é adquirida através do meio sociocultural, é onde o ego tenta habitar para satisfazer os desejos de forma realista e adequada.

Sabes quais são as funções do ego? É responsável por:

• Manter o estado racional, lógico e científico;

• Interpretar e agir no nosso exterior;

• Manter o foco, a nossa consciência e concentração;

• É a nossa identidade, o “quem sou eu?”

O ego influencia e, ao mesmo tempo vive, encastrado na nossa personalidade.

Então como se consegue equilibrar o ego?

Os desafios de um ego em desequilíbrio são controlar um ego demasiado elevado (egocêntrico e narcísico), ou evitar um ego fragilizado, com baixa autoestima e depressivo. É necessário retirar o peso da censura e autocrítica (ou demasiada rigidez nas ações) ou seja: viver com excesso de moralidade por tudo o que desejamos realizar. Ou viver com extrema irreverência nas nossas ações e comportamentos, perante situações ou mesmo outras pessoas.

O equilíbrio consegue-se na gestão emocional do próprio ego. Na gestão da empatia própria e externa, da autoestima, automotivação, autossuperação, e da realização e do prazer pessoal. 

As seguintes questões podem ajudar a orientar o processo de autodescoberta:

– O que me satisfaz?

– Quais são os meus maiores desejos, e como pretendo alcançá-los?

– Lidero a minha própria vida?

– Costumo agir por impulso? Controlo os meus ímpetos?

– O meu ego comanda as minhas ações?

– Sinto-me confortável na minha mente? Convivo bem com as minhas emoções e pensamentos?

– Tenho sempre em vista as boas intenções, as minhas e as dos outros?

Em jeito de conclusão: um ego com gestão consciente é mais facilmente otimizado para o sucesso. É também mais otimizado para a realização de objetivos, e o desenvolvimento de um maior amor-próprio.

Sandra Pereira
Sandra Pereirahttps://www.sandrapereiracoaching.blogspot.com
Olá sou a Sandra. Adoro escrever e por isso publiquei o meu primeiro “filho” há 3 anos: Contos Metafóricos – um compêndio de pequenas histórias, onde o objetivo é educar as emoções de jovens e adultos. Sou Life Coach; Formadora de Gestão Emocional; escritora e uma apaixonada por plantas e por gastronomia.

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