Molas Marionetas Assustadoras – para um susto de Halloween

Por Rita Tavares Martins

Para um Halloween assustadoramente divertido

Preparados para um espetáculo de molas marionetas assustadoras?

Vamos fazer algumas molas marionetas falantes! Estes bonecos zombies ficam prontos num instante são incrivelmente divertidos.

Podes imprimir a nossa versão ou desenhar, ambos serão serão divertidíssimas.

Material necessário:

1. Imprimir a folha
2. Recortar os bonecos zombies
3. Aplicar um pouco de cola na mola. Colar os respetivos desenhos, como indicado na imagem.
4. Assustar e brincar muitooooooo!

Costumam celebrar o Halloween?

Vamos querer ver as vossas versões!

Até já

Porque é tão importante que os nossos filhos gostem de ler?

A leitura é uma das competências mais importantes na aprendizagem. Saber ler ajuda as crianças a interpretar a realidade e a sentirem-se parte integrante daquilo que as rodeia.
Incutir o hábito da leitura desde pequeninos é tarefa dos pais e das escolas e o exemplo tem aqui um papel fundamental. Crianças que veem os pais ler com regularidade têm mais probabilidades de o virem a fazer por si próprias mais tarde.
Os benefícios da leitura, contudo, estendem-se a várias áreas do desenvolvimento infantil e é importante recordá-los para que não nos esqueçamos de, todos os dias, plantarmos essa sementinha nos nossos filhos.


– Ler como hobby: desenvolver o gosto pela leitura é o ponto de partida para um hobby prazeroso no futuro;


– Aumenta a curiosidade e solta a criatividade, estimulando a imaginação e a fantasia: competências essenciais para a resolução de problemas;


– Desenvolve competências linguísticas, alargando o vocabulário e melhorando a escrita;


– Exercita o cérebro, promovendo a memória e o conhecimento;
– Contribui para um aumento da cultura geral da criança e da sua perceção do mundo;


– Contribui para o autoconhecimento a para compreensão dos outros, promovendo a empatia e o desenvolvimento emocional;


– Fortalece a capacidade de concentração.


E, ainda mais importante, ao ler para o seu filho, estará a fortalecer o vínculo familiar, a criar memórias que ambos irão guardar para sempre como bons momentos em família.

Conte-nos: costuma ler ao seu filho? Qual é a vossa história preferida?

Vamos fazer um piquenique? Os melhores sítios estão aqui.

À boleia do Dia Internacional do Piquenique que se assinala a 18 de junho, fomos à procura de alguns locais para que, já este fim de semana, possa pegar no cesto e na família e aproveitar um dia ao ar livre.
As crianças ganham espaço para correr e brincar e os adultos sempre ganham uns minutos extra para pôr a conversa em dia. É ou não um programa perfeito?

Região Norte:
 Jardins do Palácio de Cristal, no Porto
 Bom Jesus do Monte, em Braga
 Parque de Montesinho, em Bragança

Região Centro:
 Parque do avião, em Leiria
 Mata Nacional do Choupal, em Coimbra
 Covão d’Ametade, em Manteigas

Região de Lisboa:
 Jardim da Estrela, em Lisboa
 Parque da Paz, em Almada
 Tapada Nacional de Mafra, em Mafra

Região Sul:
 Praia Fluvial da Tapada Grande, em Mértola
 Barragem do Maranhão, em Avis
 Parque Municipal de Lazer e Educação Ambiental de Lagoa

Agora que só tem de escolher o sítio, já sabe o que vai pôr no cesto?

5 Sugestões para comemorar o Dia da Criança

 

O Dia da Criança, este ano, é a um sábado. Perfeito, portanto, para preparar um programa em família.
Na CutxiCutxi adoramos programas em família e sabemos que o tempo que passamos com os nossos filhos é o nosso melhor investimento.
Por isso, andámos à procura de ideias sobre como celebrar este dia especial e queremos partilhá-las consigo.

1- Almoço em família
Deixe-os escolher a ementa e preparem o almoço que eles escolheram todos juntos.
Os mini-chefs vão adorar. Se conseguir, arranje-lhes um avental e um chapéu de cozinheiro para a diversão ser completa.

 

2- Sessão fotográfica
Montem um cenário engraçado e façam uso dos disfarces que andam aí por casa. Princesas e piratas não hão de faltar. Ou, então, deixe-os explorar o guarda-roupa dos pais. Eles vão adorar. Depois, tirem fotografias uns aos outros. Se usarem uma máquina fotográfica instantânea vai ser ainda mais engraçado ver o resultado impresso no imediato e até poderão fazer uma exposição na sala.

 

3- Jogos tradicionais
Vão para a rua e divirta-se a ensinar os seus filhos a jogar jogos do seu tempo de criança: uma corrida de sacos, jogar ao berlinde, saltar ao elástico ou à corda…

 

4- Trabalhos manuais
Ponham as mãos na massa e criem algo em conjunto. Podem pintar uma tela em família ou fazer uma colagem em tamanho XXL. Assim, vão poder guardar uma recordação do dia.

 

5- Piquenique
Vão até ao parque mais próximo ou ponham no carro uma cesta cheia de coisas boas e desfrutem de um dia passado ao ar livre. Faz bem às crianças e aos pais.

E porque apesar de os presentes não serem o mais importante, um pequeno mimo, deixado de surpresa debaixo da almofada, deixa-os sempre com um brilho no olhar, podes ver aqui 5 Dicas super queridas para os surpreender no Dia da Criança.

Março, mês do Pai, Março é um mês especial.

Por Ana Schedel

Março, mês do Pai,
Março é um mês especial. 
Não apenas por causa do Equinócio da Primavera, nem por causa das flores que começam a rebentar por todo o lado, enchendo o ar de uma miríade de perfumes, e as nossas Almas de uma nova vida, mas também porque se celebra o dia do Pai, aquela figura tão importante nas nossas vidas e que nos marca de uma forma indelével, tanto pela presença, como pela ausência.
O pai é – por norma – a figura mais imponente da família. O pai brinca, mas não é tão permissivo como a mãe, é mais exigente, zanga-se connosco, mas sempre com o objectivo de nos preparar para um futuro que ele anseia sempre, sempre melhor que o seu. Pai é exemplo, é espelho, é tanta coisa mágica na vida de uma criança. A figura do pai é essencial para o desenvolvimento de um adulto equilibrado.

Conheço muitos pais. Uns mais pais dos que outros, alguns muito pouco. No meu caso, e por ausência física do meu, o meu avô paterno foi meu pai duas vezes. Brincava comigo, explicava-me os números, fazia-me decorar o alfabeto, e com uma paciência infinita ensinou-me as horas num velho relógio da cozinha, que anos mais tarde se cansou de tanto rodarmos os ponteiros. Também me mostrou como apertar os atacadores dos sapatos, criando um dos primeiros passos para a minha independência. Punha panos na minha testa para baixar a febre em dias de gripe, e em dias de sol,  passeava comigo até ao Parque Eduardo VII para darmos pão seco aos cisnes, seres brancos, quase mágicos, que ali viviam nesses tempos. Também me levava ao Jardim Zoológico para darmos comida aos macacos, alegria das crianças e delícia dos adultos. Bananas e amendoins, com a minha avó a queixar-se que as bananas eram caras demais para as darmos aos chimpanzés.
Mas mais do que isso, ensinou-me a importância dos valores, da rectidão de carácter, da ajuda ao próximo, da generosidade humana, ele, um exemplo perfeito de todas essas qualidades. 
Espero que um dia os meus filhos sejam pais assim. Pais participativos, pais amigos, activos tanto na Comunidade, como na família.
Março, mês do Pai. E do meu avô também!

Março, mês do Pai, Março é um mês especial.

A importância de conhecer as emoções

Por  Carolina Noite Placido

Foi após a primeira perda de alguém muito querido na sua ainda curta vida que a Beatriz, na altura com apenas três anos, começou a confrontar-se com emoções até aí nunca vivenciadas. Para nós, enquanto pais, foi difícil lidar com esta situação e sobretudo conseguir geri-la com a nossa filha. Lidar com a morte aos três anos de idade é algo deveras marcante e a Beatriz compreendeu imediatamente o que aconteceu e o que a mesma implica. 

Uns meses depois, ela trabalhou na escola com o livro “O Monstro das Cores”, de Anna Llenas. Ao final do dia, chegava a casa a falar sobre as suas emoções e sobre aquilo que sente. E eu vi ali um caminho… Um caminho para ajudá-la a identificar o que sente, a dar-lhe um nome e assim conseguir gerir melhor os seus conflitos interiores.

Comprei então a versão pop-up, que por sinal é lindíssima, e ofereci-lhe!

Neste livro o Monstro tem as suas emoções ao rubro, numa completa confusão, e por isso é necessário aprender a arrumá-las. Para que isso aconteça, a criança é convidada a conhecer cada emoção, a saber identificá-la, estando esta sempre associada a uma cor.

Muitas vezes, aninhámo-nos no sofá a ler o livro. Página a página, conforme lia, explicava-lhe e fazia com ela o exercício para cada emoção: “A mamã fica triste e chora quando tem saudades dos teus avós, que estão na Madeira. E tu? O que te faz triste?” E ela parava para refletir sobre o que a faz triste, bem como o que lhe dá medo, o que a faz feliz ou ficar zangada, quando é que se sente calma e também sobre o que é o amor. E ali… parávamos no tempo, a conversar sobre as emoções que vão nascendo em nós, nas mais variadas circunstâncias dos nossos dias. 

Pouco tempo depois, a Beatriz recebeu uma prenda (bastante útil, também!) de uns tios: “O Pássaro da Alma”,de Michal Snunit. Com este livro, somos levados a refletir sobre o pássaro que habita a nossa alma! Ele contém diversas gavetas, cada uma com emoções e sentimentos. E é esse pássaro que representa aquilo que somos e o que sentimos… cada um de nós! Nesta obra, tornada best-seller, aprendemos a escutar o pássaro que existe dentro de nós e a perceber aquilo que ele nos faz sentir. 

Defendo que devemos comunicar de forma honesta com os nossos filhos. Cá em casa não existem assuntos tabus com a Beatriz. E mesmo no que toca à morte, ela conheceu cedo demais esta dura realidade mas hoje lida com ela de forma mais natural, embora tenha os seus momentos de crise existencial. Mas ela aprendeu e cresceu tanto! E da mesma forma que devemos ser sinceros com os mais pequenos, é verdade que os livros também têm um papel fundamental no desenvolvimento dos nossos petizes. Neste caso, tanto “O Monstro das Cores”, como o “Pássaro da Alma”, foram ótimos companheiros da Beatriz, na sua descoberta pelo mundo das emoções e da sua ainda tenra formação de personalidade. Com estes “amiguinhos”, a Beatriz aprendeu a identificar aquilo que sentia e por conseguinte, conseguia conversar sobre isso com mais naturalidade. Foi como que um desbloqueio! E para mim, foram um excelente motor para ajudá-la a trilhar esse caminho.